Dearly, Departed - O Amor Nunca Morre - Lia Habel

Sinopse: Ela é Nora Dearly, uma garota neovitoriana de 17 anos que sofre com a morte dos pais e vive infeliz aos cuidados da tia interesseira. Ele é Bram Griswold, um jovem soldado punk, corajoso, lindo nobre...e morto! No ano de 2187, em meio a uma violenta guerra entre vitorianos e punks, surge um perigoso vírus, capaz de matar e trazer novamente à vida. As pessoas tornam-se zumbis, mas nem todos são assassinos e devoradores de carne. Há os que lutam para que o vírus não se espalhe... Apenas Nora tem o poder da cura em suas mãos, ou melhor, em, seu sangue. Ela não sabe disso, e corre perigo. É papel de Bram protegê-la...








Confira o booktrailer:



Resenha:
Nora Dearly tem apenas dezesseis anos apesar de já ter vivido muito. Não foi fácil perder a mãe aos nove e muito menos estar ao lado do pai enquanto ele morria de uma doença cujas informações eram extremamente limitadas. Um ano e um dia após a morte dele, ela tem 'permissão da sociedade' para não usar mais preto e suas preocupações agora devem ser com o debut, quando será apresentada à sociedade. Todavia, mesmo após o que sua tia considera muito tempo, ela não superou a morte dele: não quer deixar de usar preto, não deixou de chorar pela saudade.

Pamela, sua melhor amiga, está preocupada com ela. E talvez Pam pudesse suspirar um pouco de alívio se uma situação não fizesse com que Nora desaparecesse do mapa – pelo menos para toda sociedade com a qual vivia. Agora ela encontra Bram, que além de punk (e fofo, amável, somado a todos os elogios possíveis) está… morto. Nora se depara com uma realidade que sequer imaginou existir e, pior, uma realidade tão assustadora que desafia sua sanidade e seu conceito de normalidade.

Lia Habel tem uma escrita simplesmente incrível, que me fez ler o livro em apenas dois dias e colocá-lo imediatamente na lista dos favoritos. Ela conseguiu criar um livro que junta thriller – já que nem todos os zumbis são romanceados, claro -, comédia e romance em doses perfeitas e sem exagero. Nora é, em si mesma, uma personagem contraditória: baixinha, voz e rosto infantis que criariam a perfeita personagem inocente e que precisa de proteção, o que ela definitivamente não é e nem precisa. Não é meloso, nem chato.

O que Lia faz com Nora, como personagem, é praticamente o que ela faz com todas as outras do livro. Bram é outro exemplo. Ele poderia ser perfeito, mas é um zumbi, então não pode ser exatamente lindo, além de mancar. Fora que o cenário de anos a frente que o nosso aliado à uma realidade de séculos atrás cria uma nova cidade totalmente inovadora em muitos aspectos.

Com toda sinceridade, o livro me deixou de boca aberta e batendo palmas para a autora. Inovador, original, romântico, engraçado / irônico e, do ponto de vista de escrita literário, com uma escrita excelente. Claro que fui imediatamente perguntar à autora algumas informações e ela afirmou que pensa em escrever cinco livros, no total – o segundo, Dearly, Beloved está sendo lançado hoje nos Estados Unidos. Quanto a um final feliz para o romance, ela não falou muito, deixou apenas claro que "infelizmente zumbis não são imortais, o que não significa que não possam viver vidas extraordinárias".

(retirado de http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/252025/mais-gostaram/)

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