Também é abordada a história de Jess e
Conor, que vivem juntos, têm dois filhos gêmeos, no entanto, não são
casados. Jess é uma personagem extremamente irritante, que só aceita
algo se for de seu jeito, e esse é um dos motivos por não ter se casado
com Conor ainda. Conor é um personagem neutro, apenas quer ser feliz e
fazer o que gosta, o problema é fazer com que sua parceira entenda isso.
Gostaria de primeiramente dizer, que eu
realmente tentei gostar da obra. Mas à medida que fui lendo, foi ficando
cada vez mais difícil. Na verdade, não há realmente uma trama bem
elaborada para ser abordada na obra, portanto, não entendo o porquê da
autora ter escolhido estender tanto o livro, com tantas páginas, com
informações desnecessárias. Até agora não consigo enxergar o objetivo da
história, onde a autora gostaria de nos levar. Esperava que ela fizesse
com que os personagens crescessem ao desenrolar dos problemas, porém
isso aconteceu com apenas um personagem que foi Jess. O restante
continuou com os mesmos defeitos e qualidades do início da obra. Algumas
surpresas, no entanto, me agradaram bastante, mas infelizmente não
posso comentá-las para não soltar spoilers.
“Aquela era sua vida. Aquela sua casa. Então, por que sentia-se um estranho?”
Como todos sabemos a opinião é algo muito relativo, então gostaria de alertá-los que eu li várias resenhas de Postais do Coração,
e a maioria foi boa. Acredito que eu não tenha gostado tanto do livro
por sentir falta de uma intensidade maior na obra, mas enquanto você não
tem mais nada para ler, vale a pena tentar a leitura do livro de Ella Griffin. E ver que mesmo tudo parecendo certo em um momento, um segundo depois tudo pode desmoronar.
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