- Confira as resenhas e sinopses dessa Trilogia emocionante:
Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que
Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente
apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas
se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um
espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum
deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as
manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à
noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue
pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar -
chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente
ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de
descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr
muitoResenha:
O livro conta a história de Thomas, um adolescente que desperta num estranho elevador, sem qualquer memória, a não ser do seu próprio nome. Ele desemboca numa estranha clareira, povoada por garotos – a cada mês, chega mais um. O local é rodeado por gigantescos muros, que se abrem apenas de dia, dando passagem a um colossal – e perigoso – labirinto. Diariamente, os rapazes vasculham seus corredores em busca de uma saída, porém sempre cautelosos a voltar antes do anoitecer. De noite, entre as paredes do labirinto, vagam horrores terríveis.
Admita. Não há como não se interessar por uma história como essa. Os mistérios simplesmente sugam você até o livro. Que labirinto é aquele? Por que os garotos são trazidos até ali? Que perigos espreitam pelos corredores? E, afinal, existe uma saída? Só lendo para descobrir.
A principal qualidade de Maze Runner é a mesma de Jogos Vorazes: a mistura de sinceridade com coragem. O autor não poupa realismo no terror, na dor e no sofrimento vividos pelos personagens. Eles podem ser apenas adolescentes, mas vivem desafios de gente grande, e James Dashner faz questão de fazer jus a isso. Simultaneamente, o suspense e a vontade de descobrir respostas impulsionam o leitor num frenético passar de páginas e capítulos, que quase sempre terminam com intrigantes – quase que cruéis – ganchos. Sabe aquela sensação ao assistir a primeira temporada do seriado LOST? É disso que eu estou falando.
Se Maze Runner supera Jogos Vorazes? Não, não chega a tanto. Ele não carrega a densidade emocional que eu tanto adoro na obra de Suzanne Collins. Ainda assim, é um título magnífico, que me curou da abstinência que me consumia, embora tenha me lançado numa nova privação: cadê os próximos livros da série? Junte-se a mim na agonia da espera pela publicação dos volumes seguintes. Corra para comprar seu exemplar de Maze Runner: Correr ou Morrer.
Prova de Fogo-- Vol. 2
Sinopse: O Labirinto foi só o começo... o pior está por vir. Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um meio ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo. Calor causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e um ar irrespirável – no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos – cada passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem avisar. Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos, mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.
Resenha:
O Labirinto terminou. O perigo, longe disso. Nessa nova etapa dos planos do CRUEL, Thomas e os Clareanos precisam cruzar o Deserto. Calor, frio, tempestades, fome e sede. Como se não bastasse tudo isso, os garotos ainda terão de lidar com um enxame de Cranks, humanos lunáticos, transformados em bestas selvagens por uma doença voraz. E, é claro, não podemos nos esquecer do Grupo B...
Prova de Fogo segue a fórmula de Correr ou Morrer. E isso é ótimo. O suspense continua poderoso, as reviravoltas constantes. A violência? Ainda maior. Tudo isso já seria o bastante para garantir o sucesso do livro, mas o autor fez questão de evoluir e trabalhar um pouco mais com emoções e sentimentos. Algumas situações ficaram forçadas, outras constatações um tanto repetitivas, mas é positivo ver um autor consagrado se mobilizar a sair de sua zona de conforto.
Tão instigante quanto o livro um, é triste que o segundo volume tenha sido lançado com uma série de problemas de revisão. São erros de digitação, palavras trocadas, espaços duplos, itálicos faltando e até frases sem nenhum sentido. Equívocos tolos, tão fáceis de serem notados que não sei como não foram corrigidos. Talvez tenha sido a pressa de lançar a obra antes da Bienal 2011. Quem sabe essa pressa também tenha prejudicado a tradução do livro. O mesmo tradutor que bolou nomes tão divertidos quanto “trolho” e tão inquietantes quanto “verdugo” preferiu não arriscar dessa vez. Deprimia-me cada vez que lia a palavra “Crank” – além de bobo, o fictício termo estrangeiro não instiga qualquer associação ou imaginação em nossos cérebros brasileiros. Além disso, por que trocaram o nome da doença Fulgor por Fúria? Outra bola fora.
Apesar desses danos externos, a série continua arrebatadora. James Dashner usa e abusa de seus ganchos e capítulos curtos, tornando o ato de fechar o livro uma tortura.
A Cura Mortal-- Vol. 3
Sinopse: Por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo CRUEL, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no CRUEL? Talvez a verdade seja ainda mais terrível, uma solução mortal, sem retorno.
Resenha:
O desvanecer da luz, em A Cura Mortal, é constante. O livro tem um tom sombrio, assustador até. A responsabilidade de Thomas pesa cada vez mais em seus ombros, o levando a tomar decisões importantes em nome de um todo. "Não entres tão depressa nessa noite escura", diz o poema, e também a consciência de Thomas. Não sucumba, não desista. A luz desvanece, mas é necessário revoltar-se contra ela.
O livro inicia com Thomas em uma sala branca e escura, à beira da loucura, trancado há semanas sem contato com o lado de fora, a não ser pelas mãos que aparecerem pela janela para oferecerem as refeições diárias.
A organização CRUEL resolve mostrar sua cara e apresentar a Thomas o processo final para a Cura. E Thomas, relutantemente, entra depressa na noite escura. A organização clama não ter mais nada a esconder, mas será que o CRUEL merece a confiança de Thomas e seus amigos?
Com uma pegada forte, rápida (e bota rápida nisso!), James Dashner coloca o leitor numa corrida pela vida, pela cura, pela humanidade. Não seria um livro do Dashner sem a morte de alguém importante, então vou dar um mini-spoiler aqui: esperem uma morte triste. Uma "morte" que se arrasta ao longo de cerca de 200 páginas, mas ao longo dessas páginas, sabemos que ela será inevitável.
Senti como se 400 páginas não foram sucificientes. O livro é uma correria sem pausa pra respirar, Thomas e seus amigos estão em constante movimento, levando o leitor a mil batidas por minuto. É impossível não se sentir angustiado depois de uma leitura longa, e sentir a necessidade de parar um pouco pra respirar.
Somos apresentados finalmente ao mundo "de fora", longe do CRUEL, do labirinto. E o que nós vemos não é bonito. Um mundo controlado pela doença, pela loucura, pela fome. De um jeito meio distorcido, lembra Jogos Vorazes. Os "pacificadores" do mundo de A Cura Mortal são semelhantes aos de Panem. Alegam ter uma boa intenção, mas por trás há apenas sujeira.
E é aí que você se pergunta: "Afinal, o CRUEL é bom ou não?" Isso você só vai descobrir no final do livro, mas tenho que admitir, essa pergunta me perseguiu por dias após eu terminar o livro.
Um livro que merece ser aplaudido em pé. Recomendadíssimo! Impossível terminar a trilogia de um jeito melhor. Agora é só esperar pra saber se a V&R vai traduzir "The Kill Order", a prequel da trilogia.
(as resenhas foram retiradas do site http://www.skoob.com.br/ pois ainda não possuo a série.)


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